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Ruth Staerke - SopranoBiografia e repertórioNascida Ruth Staerke, soprano, premiada no Brasil e no exterior, foi em 1988 eleita a Melhor Cantora do Ano, recebendo diploma da critica especializada paulista (Associação Brasileira de Críticos de Arte). Entre os principais nomes da música, teatro e dança, recebeu homenagem por ocasião dos 70 anos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Vem obtendo elogiosas críticas por seu trabalho de atriz em óperas, operetas e musicais, destacando-se La Traviata, La Boheme, Turandot, Viúva Alegre, My Fair Lady, Orpheu e Carmen, entre outras, sendo algumas apresentadas com sucesso no exterior. Seu repertório abrange do Barroco ao Contemporâneo e seu talento como intérprete de música brasileira levou-a a gravar autores nacionais com Waldemar Henrique, Carlos Gomes, Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno e, também, CDs dedicados à música colonial brasileira e à canção brasileira. Em suas apresentações no Brasil, incluem-se várias primeiras audições nacionais, como: O Sargento de Milícias de Francisco Mignone, que lhe dedicou o papel de Luizinha, Judas em Sábado de Aleluia, ópera de Cirlei de Hollanda, Verbogenheit, obra para voz e orquestra de Cláudio Santoro, Yerma, ópera de Villa-Lobos, Terra Aberta, de Ricardo Tacuchian, composição feita especialmente para o concerto “De Louvação” por ocasião da visita do Papa ao Rio de Janeiro em 1998 e Domitila, que estreou em março de 2000, ópera com música de J. Guilherme Ripper, também dedicada ao soprano. Já atuou com as principais orquestras do país e com seus principais regentes. Cenicamente foi dirigida por Franco Zefirelli (que a escolheu pessoalmente), Adolpho Celli, Margarita Wallmann, Carlo Maestrini, Sérgio Britto, Oswaldo Loureiro, Gianni Ratto, José Renato e Pedro Paulo Rangel, entre outros. Em 1991, fez uma tournée pela Itália apresentando principalmente um repertório camerístico e, recentemente participou do musical Love Songs no antigo Teatro Delfim e das temporadas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e do Teatro Guaíra de Curitiba. Em 1995 apresentou-se no papel de Tatiana na ópera “Ievgêni Onieguin”, em São Paulo, no Teatro Municipal e também este ano em Manaus, no Teatro Amazonas. Desde a inauguração dos Teatros I e II no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro, Ruth Staerke tem participado de todas as temporadas em produções importantes, obtendo sucesso de público e de crítica, como na Ópera dos Três Vinténs de Bertold Brecht com música de Kurt Weill, encenada na temporada de 2000, com grande sucesso no Teatro II. Em 2001 e 2002, participou da temporada do CCBB no Rio de Janeiro e em Brasília, incluindo estréias de obras de compositores brasileiros. Ainda no CCBB, além de participar da temporada de ópera em 2004, estreou como diretora de ópera no Rio e em Brasília. Em 2005 participou dos concertos em homenagem à França no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Repertório
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